Kitabı oku: «O Diário de Anne Frank»

Sumário
Página do Título
Introdução
Junho de 1942
Segunda-feira, 15 de junho de 1942
Sábado, 20 de junho de 1942
Sábado, 20 de junho de 1942
Domingo, 21 de junho de 1942
Quarta-feira, 24 de junho de 1942
Terça-feira, 30 de junho de 1942
Sexta-feira, 3 de julho de 1942
Manhã de domingo, 5 de julho de 1942
Quarta-feira, 8 de julho de 1942
Quinta-feira, 9 de julho de 1942
Sexta-feira, 10 de julho de 1942.
Sábado, 11 de julho de 1942.
Sexta-feira, 14 de agosto de 1942
Sexta-feira, 21 de agosto de 1942
Setembro de 1942
Quarta-feira, 2 de setembro de 1942
Segunda-feira, 21 de setembro de 1942
Sexta-feira, 25 de setembro de 1942
Domingo, 27 de setembro de 1942
Segunda-feira, 28 de setembro de 1942
Terça-feira, 29 de setembro de 1942
Outubro de 1942
Quinta-feira, 1 de outubro de 1942
Sábado, 3 de outubro de 1942
Sexta-feira, 9 de outubro de 1942
Sexta-feira, 16 de outubro de 1942
Terça-feira, 20 de outubro de 1942
Quinta-feira, 29 de outubro de 1942
Novembro de 1942
Sábado, 7 de novembro de 1942
Segunda-feira, 9 de novembro de 1942
Terça-feira, 10 de novembro de 1942
Quinta-feira, 12 de novembro de 1942
Terça-feira, 17 de novembro de 1942
Quinta-feira, 19 de novembro de 1942
Sexta-feira, 20 de novembro de 1942
Sábado, 28 de novembro de 1942
Dezembro de 1942
Segunda-feira, 7 de dezembro de 1942
Terça-feira, 10 de dezembro de 1942
Domingo, 12 de dezembro de 1942
Terça-feira, 22 de dezembro de 1942
Janeiro de 1943
Quarta-feira, 13 de janeiro de 1943
Sábado, 30 de janeiro de 1943
Fevereiro de 1943
Sexta-feira, 5 de fevereiro de 1943
Sábado, 27 de fevereiro de 1943
Março de 1943
Quarta-feira, 10 de março de 1943
Quinta-feira, 11 de março de 1943
Maio de 1943
Sábado, 11 de maio de 1943
Terça-feira, 18 de maio de 1943
Junho de 1943
Domingo, 13 de junho de 1943
"Embora caçula, já não es mais pequena,
Terça-feira, 15 de junho de 1943
Julho de 1943
Sábado, 11 de julho de 1943
Terça-feira, 13 de julho de 1943
Sexta-feira, 16 de julho de 1943
Segunda-feira, 19 de julho de 1943
Sexta-feira, 23 de julho de 1943
Segunda-feira, 26 de julho de 1943
Terça-feira, 29 de julho de 1943
Terça-feira, 3 de agosto de 1943
Quarta-feira, 4 de agosto de 1943
Quinta-feira, 5 de agosto de 1943
Segunda-feira, 9 de agosto de 1943
Terça-feira, 10 de agosto de 1943
Quarta-feira, 18 de agosto de 1943
Sexta-feira, 20 de agosto de 1943
Segunda-feira, 23 de agosto de 1943
Sexta-feira, 10 de setembro de 1943
Quinta-feira, 16 de setembro de 1943
Quarta-feira, 29 de setembro de 1943
Outubro de 1943
Domingo, 17 de outubro de 1943
Sexta-feira, 29 de outubro de 1943
Novembro de 1943
Quarta-feira, 3 de novembro de 1943
Segunda-feira, à noite, 8 de novembro de 1943
Quinta-feira, 11 de novembro de 1943
Quarta-feira, 17 de novembro de 1943
Sábado, 27 de novembro de 1943
Dezembro de 1943
Segunda-feira, 6 de dezembro de 1943
Quarta-feira, 22 de dezembro de 1943
Sexta-feira, 24 de dezembro de 1943
Sábado, 25 de dezembro de 1943
Segunda-feira, 27 de dezembro de 1943
Quarta-feira, 29 de dezembro de 1943
Janeiro de 1944
Domingo, 2 de janeiro de 1944
Quarta-feira, 5 de janeiro de 1944
Quinta-feira, 6 de janeiro de 1944
Sexta-feira, 7 de janeiro de 1944
Quarta-feira, 12 de janeiro de 1944
Sábado, 15 de janeiro de 1944
Sábado, 22 de janeiro de 1944
Segunda-feira, 24 de janeiro de 1944
Quinta-feira, 27 de janeiro de 1944
Sexta-feira, 28 de janeiro de 1944
Fevereiro de 1944
Quinta-feira, 3 de fevereiro de 1944
Sábado, 12 de fevereiro de 1944
Domingo, 13 de fevereiro de 1944
Segunda-feira, 14 de fevereiro de 1944
Quarta-feira, 16 de fevereiro de 1944
Sexta-feira, 18 de fevereiro de 1944
Sábado, 19 de fevereiro de 1944
Quarta-feira, 23 de fevereiro de 1944
Domingo, 27 de fevereiro de 1944
Segunda-feira, 28 de fevereiro de 1944
Março de 1944
Quarta-feira, 1º de março de 1944
Quinta-feira, 2 de março de 1944
Sexta-feira, 3 de março de 1944
Sábado, 4 de março de 1944
Segunda-feira, 6 de março de 1944
Terça-feira, 7 de março de 1944
Domingo, 12 de março de 1944
Terça-feira, 14 de março de 1944
Quarta-feira, 15 de março de 1944
Quinta-feira, 16 de março de 1944
Sexta-feira, 17 de março de 1944
Domingo, 19 de março de 1944
Segunda-feira, 20 de março de 1944
Quarta-feira, 22 de março de 1944
Quinta-feira, 23 de março de 1944
Segunda-feira, 27 de março de 1944
Terça-feira, 28 de março de 1944
Quarta-feira, 29 de março de 1944
Sexta-feira, 31 de março de 1944
Abril de 1944
Sábado, 1º de abril de 1944
Segunda-feira, 3 de abril de 1944
Terça-feira, 4 de abril de 1944
Quinta-feira, 6 de abril de 1944
Terça-feira, 11 de abril de 1944
Sexta-feira, 14 de abril de 1944
Sábado, 15 de abril de 1944
Domingo de manhã, 16 de abril de 1944
Segunda-feira, 17 de abril de 1944
Terça-feira, 18 de abril de 1944
Quarta-feira, 19 de abril de 1944
Sexta-feira, 21 de abril de 1944
Quinta-feira, 27 de abril de 1944
Sexta-feira, 28 de abril de 1944
Maio de 1944
Terça-feira, 2 de maio de 1944
Quarta-feira, 3 de maio de 1944
Sexta-feira, 5 de maio de 1944
Sábado, 6 de maio de 1944
Domingo de manhã. 7 de maio de 1944
Segunda-feira, 8 de maio de 1944
Terça-feira, 9 de maio de 1944
Quarta-feira, 10 de maio de 1944
Quinta-feira, 11 de maio de 1944
Sábado, 13 de maio de 1944
Terça-feira, 16 de maio de 1944
Sexta-feira, 19 de maio de 1944
Segunda-feira, 22 de maio de 1944
Quinta-feira, 25 de maio de 1944
Sexta-feira, 26 de maio de 1944
Quarta-feira, 31 de maio de 1944
Junho de 1944
Segunda-feira, 5 de junho de 1944
Terça-feira, 6 de junho de 1944
Sexta-feira, 9 de junho de 1944
Terça-feira, 13 de junho de 1944
Quarta-feira, 14 de junho de 1944
Quinta-feira, 15 de junho de 1944
Sexta-feira, 16 de junho de 1944
Sexta-feira, 23 de junho de 1944
Terça-feira, 27 de junho de 1944
Sexta-feira, 30 de junho de 1944
Julho de 1944
Quinta-feira, 6 de julho de 1944
Sábado, 8 de julho de 1944
Sábado, 15 de julho de 1944
Sexta-feira, 21 de julho de 1944
Terça-feira, 1º de agosto de 1944
EPILOGO
| |

Introdução

O Diário de Anne Frank é um livro escrito por Anne Frank entre 12 de junho de 1942 e 1.º de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. É conhecido por narrar momentos vivenciados pelo grupo de judeus confinados em um esconderijo durante a ocupação nazista da Holanda. Publicado originalmente com o título de “Het Achterhuis. Dagboekbrieven 14 Juni 1942 – 1 Augustus 1944” (O Anexo: Notas do Diário 14 de junho de 1942 - 1º de agosto de 1944) pela editora "Contact Publishing" em Amsterdã em 1947, o diário recebeu ampla atenção popular e da crítica após sua publicação inglês intitulada "Anne Frank: The Diary of a Young Girl" pela Doubleday & Company (Estados Unidos) e Vallentine Mitchell (Reino Unido) em 1952.
Desde então, foi publicado em mais de 40 países e traduzido em mais de 70 idiomas, e vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo, sendo 16 milhões só no Brasil.
Sua popularidade inspirou a peça de teatro "The Diary of Anne Frank", de 1955, dos roteiristas Frances Goodrich e Albert Hackett, que também a adaptaram para uma versão cinematográfica de 1959.
Suas anotações foram declaradas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio da humanidade. Além disso, o livro figura na 19º posição da lista “Os 100 livros do século” segundo o Le Monde
| |

Junho de 1942

Domingo, 14 de junho de 1942
Na sexta-feira, 12 de junho, acordei as seis horas. Pudera! Era dia do meu aniversário. É claro que eu não tinha permissão para levantar àquela hora, e por isso tive de refrear a minha curiosidade até as quinze para as sete. Ai então não aguentei mais e corri até a sala de jantar, onde recebi as mais calorosas saudações de Moortie (a gata).
Logo depois das sete fui dar bom-dia a mamãe e ao papai, e, depois, corri a sala de estar para desembrulhar meus presentes. O primeiro que me saudou foi você, possivelmente o melhor de todos. Sobre a mesa havia também um ramo de rosas, uma planta e algumas petúnias; durante o dia chegaram outros.
Ganhei uma porção de coisas de mamãe e papai e fui devidamente presenteada por vários amigos. Entre outras coisas, deram-me um jogo de salão chamado Câmara Escura, muitos doces, chocolates, um quebra-cabeça, um broche, os Contos e lendas da Holanda, de Joseph Cohen, Daisy e suas férias nas montanhas (um livro espetacular) e algum dinheiro. Agora posso comprar Os mitos da Grécia e Roma — que legal! Lies veio então apanhar-me para irmos à escola. No recreio, distribui biscoitinhos doces para todo mundo, e então tivemos de voltar as aulas.
Agora tenho que parar. Até logo. Acho que seremos grandes amigas.
| |

Segunda-feira, 15 de junho de 1942

Minha festa de aniversário foi no domingo de tarde. Passamos um filme de Rin-Tin-Tin. Meus amigos e eu adoramos. Divertimo-nos a valer. Vieram muitos meninos e meninas. Mamãe está sempre querendo saber com quem vou me casar. Nem de longe suspeita que é com Peter Wessel; um dia — sem corar nem pestanejar — consegui tirar definitivamente essa ideia da cabeça dela. Durante anos, Lies Goosens e Sanne Houtman foram minhas melhores amigas. Mas depois conheci Jopie de Waal, na Escola Secundaria Israelita. Passamos a andar juntas, e ela e, agora, minha melhor amiga. Lies fez amizade com outra menina e Sane frequenta outra escola onde conquistou novos amigos.
| |

Sábado, 20 de junho de 1942

Faz alguns dias que não escrevo porque eu quis, antes de tudo, pensar neste diário.
E estranho uma pessoa como eu manter um diário; não apenas por falta de habito, mas porque me parece que ninguém — nem eu mesma — poderia interessar-se pelos desabafos de uma garota de treze anos. Mas que importa? Quero escrever e, mais do que isso, quero trazer à tona tudo o que está enterrado bem fundo no meu coração.
Ha um ditado que diz: "O papel e mais paciente que o homem". Lembrei-me dele em um de meus dias de ligeira melancolia, quando estava sentada, com a mão no queixo e tão entediada e cheia de preguiça que não conseguia decidir se saia ou ficava em casa. Sim, não há dúvida de que o papel e paciente, e como não tenho a menor intenção de mostrar a ninguém este caderno de capa dura que atende pelo pomposo nome de diário — a não ser que encontre um amigo ou amiga verdadeiros —, posso escrever à vontade. Chego agora ao cerne da questão,
motivo pelo qual resolvi começar este diário: não possuo nenhum amigo realmente verdadeiro.
Vou explicar isso melhor, pois ninguém ha de acreditar que uma menina de treze anos se sinta sozinha no mundo. Aliás, nem e esse o caso. Tenho meus pais, que são uns amores, e uma irmã de dezesseis anos. Conheço mais de trinta pessoas a quem poderia chamar de amigas — e tenho uma porção de pretendentes doidos para me namorar e que, não o podendo fazer, ficam me espiando, na classe, por meio de espelhinhos.
Tenho parentes, tios e tias, que também são uns amores, além de um lar agradável. Aparentemente, nada me falta. Mas acontece sempre o mesmo com todos os meus amigos: gracejos, brincadeiras, nada mais. Jamais consigo falar de algo que não seja a rotina de sempre. O problema e que não conseguimos nos aproximar uns dos outros. Talvez me falte autoconfiança; seja como for, o fato e esse, e não sei como mudá-lo.
Daí, este diário. A fim de incrustar na minha imaginação a figura da amiga por quem esperei tanto tempo, não vou anotar aqui uma série de fatos corriqueiros, como faz a maioria.
Quero que este diário seja minha amiga e vou chamar esta amiga de Kitty. Mas se eu começasse a escrever a Kitty, assim sem mais nem menos, ninguém entenderia nada. Por isso, mesmo contra minha vontade, vou começar fazendo um breve resumo do que foi minha vida até agora.
Meu pai tinha trinta e seis anos quando conheceu minha mãe, que na ocasião contava vinte e cinco. Margot, minha irmã, nasceu em 1926, em Frankfurt. A 12 de junho de 1929, nasci eu, e, como somos judeus, emigramos para a Holanda em 1933, onde meu pai foi designado para o cargo de diretor-gerente da Travies N. V. Esta firma mantém estreitas relações com outra firma, a Kolen & Co., que funciona no mesmo edifício e da qual meu pai e socio.
O resto de nossa família, no entanto, sofreu todo o impacto das leis antissemitas de Hitler, enchendo nossa vida de angústias. Em 1938, depois dos pogroms, meus dois tios (irmãos de minha mãe) fugiram para os Estados Unidos. Minha avó, já contando setenta e três anos, veio morar conosco. Depois de maio de 1940, os bons tempos se acabaram. Primeiro a guerra, depois a capitulação, seguida da chegada dos alemães. Foi então que, realmente, principiaram os sofrimentos dos judeus. Decretos antissemitas surgiam, uns após outros, em rápida sucessão. Os judeus tinham de usar, bem a vista, uma estrela amarela; os judeus tinham de entregar suas bicicletas; os judeus não podiam andar de bonde; não podiam dirigir automóveis. Só lhes era permitido fazer compras das três as cinco e, mesmo assim, apenas em lojas que tivessem uma placa com os dizeres: loja israelita. Os judeus eram obrigados a se recolher a suas casas as oito da noite, e, depois dessa hora, não podiam sequer sentar-se em seus próprios jardins. Os judeus não podiam frequentar teatros, cinemas e outros locais de diversão. Os judeus não podiam praticar esportes publicamente. Piscinas, quadras de tênis, campos de hóquei e outros locais para a prática de esportes eram-lhes terminantemente proibidos. Os judeus não podiam visitar os cristãos. Só podiam frequentar escolas judias, sofrendo ainda uma série de restrições semelhantes.
Assim, não podíamos fazer isto e estávamos terminantemente proibidos de fazer aquilo. Mas a vida continuava, apesar de tudo, Jopie costumava dizer: — A gente tem medo de fazer qualquer coisa porque pode estar proibido. — Nossa liberdade era terrivelmente limitada, mas ainda assim as coisas eram suportáveis.
Vovó morreu em janeiro de 1942. Ninguém consegue imaginar o quanto ela está presente em meus pensamentos e o quanto eu ainda gosto dela.
Em 1934 fui para a escola, o Jardim de Infância Montessori, e lá continuei. Ao terminar o 6oB, tive de despedir-me da Sra. K. Foi uma tristeza! Ambas choramos. Em 1941, fui com Margot, minha irmã, para a Escola Secundaria Israelita. Ela, para o quarto ano, eu, para o primeiro.
Por enquanto, tudo vai bem para nós quatro, e, assim, chegamos ao dia de hoje.
| |

Sábado, 20 de junho de 1942

Querida Kitty
Vou principiar já. Tudo está tranquilo neste momento. Mamãe e papai saíram, e Margot foi jogar pingue-pongue com alguns amigos.
Eu também tenho jogado um bocado de pingue-pongue, ultimamente. Nós, jogadores de pingue-pongue, adoramos sorvete, principalmente no verão, quando sentimos mais calor por causa do jogo. Assim, quase sempre, ao final do jogo, vamos todos para a sorveteria mais próxima — a Delphi ou a Oasis —, onde são permitidos judeus. A Oasis geralmente está cheia, e em nosso imenso círculo de amigos sempre há algum cavalheiro generoso ou namorado que nos oferece uma quantidade de sorvete muito maior do que a que conseguiríamos devorar em uma semana.
Você deve estar admirada por eu estar falando de namorados, na minha idade. Mas, o que e que eu posso fazer? Ninguém pode evitar isso na minha escola. Sempre que um menino pede para vir comigo para casa, de bicicleta, e começamos a conversar, uma em cada dez vezes e certo de que ele se vai apaixonar loucamente e não vai mais me perder de vista. É claro que depois de algum tempo isso esfria, ainda mais que não dou muita bola para seus olhares ardentes, e vou em frente, pedalando despreocupadamente.
Se as coisas vão longe demais e eles falam em ir lá em casa "falar com papai", dou uma guinada na bicicleta, deixo minha mala cair, e quando o garoto estaca, para apanhá-la, já tratei de mudar de assunto. Esses são os tipos mais inocentes; há outros que atiram beijos ou tentam segurar-nos pelo braço; nesse caso, estão definitivamente batendo na porta errada. Salto da bicicleta e recuso-me a seguir em sua companhia, e, fingindo-me insultada, digo-lhes claramente que não me interessam.
Pronto, os alicerces de nossa amizade foram criados. Até amanhã.
Sua Anne.